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Retratos do cenário político brasileiro em período eleitoral

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Espaço


  • Cultura 23 | Julho | 2015
    Lançamento

    No próximo dia 6 de agosto de 2015, às 19h, será realizado o lançamento do livro " O poder dos jogos e os jogos de poder", de Nelma Gusmão de Oliveira. Na obra, a autora explica de maneira admirável a complexidade do processo de produção do espetáculo esportivo e traça um histórico detalhado das instituições que estão na origem do universo que o produz. Baseada em um estudo cuidadoso e exaustivo de várias fontes primárias, a publicação tem como objetivo ressaltar as verdades que se encontram ocultas. Uma de suas maiores contribuições é a ideia do papel político dos megaeventos na legitimação de interesses, na perda do bem comum e no deslocamento da política em favor do consenso. A pesquisadora mostra como o estado de exceção, que marca a produção do espetáculo esportivo, leva a uma despolitização. Não é apenas a natureza autoritária dessas transações que ela enfatiza, mas também a ausência de espaço para dissenso e discussão. Seus esforços para documentar a transformação histórica dos megaeventos, para explicar as suas implicações políticas e jurídicas e para revelar o seu lado obscuro vão inspirar muitos estudiosos, jornalistas e outros analistas. Data: 06 de agosto às 19h Local: Livraria da Travessa - Avenida Visconde de Pirajá nº 572 - Ipanema

Recife, cidade roubada

Crédito: Ocupe Estelita

Mutilação do Parque do Flamengo / Marina da Glória

Galeria completa aqui


  • Arqueologia urbana: São Paulo em comentário 22 | Julho | 2015
    Arqueologia urbana: São Paulo em comentário
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    Postado nesta terça-feira, dia 21 de julho, neste site, comentário interessantíssimo do arquiteto paulista Arnaldo de Melo sobre o projeto de construção na Rua Augusta, na Cidade de São Paulo onde, segundo estudos, teria grande interesse arqueológico. O comentário do arquiteto Arnaldo de Melo está postado abaixo do link ao nosso Em Pauta de 19.05.2015, e volta a colocar em questão a proteção da arquelogia histórica nas cidades brasileiras. Agradecemos a postagem do comentário e recomendamos a sua leitura.   [caption id="attachment_20423" align="alignleft" width="323"] Acervo Arnaldo de Melo/ Divulgação[/caption] O jornalista foi fiel no que escolheu destacar em meu relatório, quanto a importância de se realizar um estudo arqueológico no terreno, cujos proprietários (construtoras Cyrela e Setin) pretendem erguer três torres, projeto esse aprovado pelo órgão municipal em janeiro passado, à revelia de uma necessária atenção aos remanescentes históricos que remontam a nossa modernidade arquitetônica e urbanística de mais de um século. Entretanto, o jornalista foi, de fato, “tendencioso”, ao dizer que a “arqueologia ameaça prédios e parque…”, ignorando a noção de um Termo de Referência do IPHAN atinente ao Programa de Educação Patrimonial e Inclusão Social, cujos objetivos seriam, em suma, de vir a realizar, no interior do terreno, uma prospecção arqueológica simultânea à participação da população. Ou seja, a arqueologia, que agora esperamos tornar-se realidade através do IPHAN, jamais restringiria o parque que queremos, aberto ao público e contando com essa máxima da Educação Patrimonial. Tenho dado sequência a minha pesquisa em velhos arquivos da cidade, no sentido de comprovar as hipóteses arroladas no meu relatório, com vistas a interceder, por definitivo, sobre a ideia de construção nesse tão precioso terreno no centro da cidade e, por conseguinte, comprovar, também, a “inoperância” ou negligência de nosso órgão municipal de preservação histórica e ambiental. De modo que concordo plenamente com os apontamentos feitos pela professora Sonia Rabello, que traça um paralelo com o que acontece também no Rio de Janeiro, à luz da mera especulação imobiliária que tende a se impor. Contudo, acreditamos que o caso paradigmático do Parque Augusta virá reverter essa “lógica” especulativa, uma vez que nosso ativismo político se desdobra e se fortalece a cada dia, hoje reunindo várias instâncias jurídicas (como o Ministério Público do Estado de São Paulo), técnicas (a Universidade de São Paulo em especial) e da sociedade civil (o movimento social denominado Organismo Parque Augusta, por exemplo). O Parque Augusta tem sido, dentre outros casos também paradigmáticos na cidade, de extrema importância no âmbito do Direito à Cidade e da construção da cidadania que, entrementes, perpassa a noção de participação popular nas políticas urbanas. Seguiremos adiante com nossa pressão cidadã sobre as políticas urbanas, ainda que os velhacos que constroem as cidades “Peter Pan” continuem nos assombrando. Arnaldo de Melo, arquiteto, Dr. em História e Fundamentos da Arquitetura e do Urbanismo pela FAU USP.
  • Habitação Social no Porto : Plano “a jato” em discussão 18 | Junho | 2015
    Habitação Social no Porto : Plano “a jato” em discussão
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    A Prefeitura do Rio abriu discussão para a "rápida" elaboração de um Plano de Habitação Social para a área do Porto. A Operação Urbana Consorciada do Porto está vigente desde 2011, quando foi aprovada a respectiva lei. A Prefeitura diz ter ações na área de habitação social na região. Porém, passados quase quatro anos, não tem nenhum planejamento, com metas, recursos, prazos, programas definidos quanto à questão no local.  Uma pena. Contudo, agora por exigência do Ministério das Cidades, o plano tem que ser elaborado "a jato". E com a dita participação social, seja lá como isto se dê. A expectativa e o interesse da Prefeitura é que o Plano seja concluído e aprovado pelo Conselho Gestor de Habitação do Município no final de julho, já que este plano é uma pré-condição de obtenção de recursos junto ao Governo Federal para o projeto do Porto. A primeira discussão aberta, com apresentação de um diagnóstico preliminar, ocorreu no dia último dia 10, no Auditório da Prefeitura. Agora, estão programadas outras cinco reuniõesna Companhia de Desenvolvimento do Porto (CDURP), à Rua Sacadura Cabral 133, Saúde, no Auditório, às 18 h, com a seguinte pauta e calendário: 18/06 - Diagnóstico 25/06 - Produção Habitacional 02/07 - Melhorias Habitacionais 09/07 - Locação Social Leia também: Porto do Rio sem habitação de interesse social? Ganância ou ignorância? Porto do Rio sem habitação: encenação governamental Porto do Rio sem habitação: “revitalização” para inglês ver? Projeto de lei incentivará habitação no Porto do Rio ou só sacrifica urbanismo? Porto Maravilha: índices construtivos públicos serão mercadorias monopolizadas    
  • Saiba porque a FAM-RIO aciona o IPHAN no caso do Parque do Flamengo/Marina da Glória 12 | Junho | 2015
    Saiba porque a FAM-RIO aciona o IPHAN no caso do Parque do Flamengo/Marina da Glória
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    Confira o inteiro teor da petição inicial da Ação Civil Pública proposta pela Federação das Associações de Moradores do Município do Rio de Janeiro (FAM-RIO) contra o IPHAN para defesa do projeto original do Parque do Flamengo, nos termos do seu tombamento. A FAM-RIO pede o embargo liminar da obra pois sabemos que uma obra de R$ 60 milhões, tocada com extrema pressa, como aliás foi a autorização deferida pelo IPHAN, depois de pronta, mesmo que ilegal, provavelmente não será demolida e nem serão reparados os danos cometidos. O que a FAM-RIO quer é que um novo projeto seja feito a partir de critérios propostos e debatidos com a sociedade civil e usuários da área, e aprovados previamente pelo Conselho Consultivo do IPHAN.   Estes critérios deveriam ser objeto de termo de referência para um concurso aberto à participação de qualquer profissional. Afinal é uma enorme obra de interferência em um projeto que é referência para patrimônio da humanidade. Tudo isto não irá interferir em obras provisórias para acolher as Olimpíadas no local. Que a lei seja aplicada e a justiça feita. Em Curitiba e no Rio também.   Nós merecemos. Estamos, no momento, nas mãos da Juíza Frama Elizabeth
  • Parque do Flamengo defendido na Justiça Federal 9 | Junho | 2015
    Parque do Flamengo defendido na Justiça Federal
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    A Federação das Associações de Moradores do Município do Rio de Janeiro (FAM-RIO) ajuizou, através de Nirenberg Advogados, na última quarta-feira, dia 3 de junho, Ação Civil Pública (ACP) junto à Justiça Federal na defesa da integridade do tombamento do maior Parque Público do Rio de Janeiro; o Parque do Flamengo. Esgotadas todas as tentativas de diálogo e participação no projeto proposto para intervenção na área da Marina da Glória, não restou outra alternativa à FAM-RIO senão ajuizar a ACP face à inércia do IPHAN, do Ministério Público Federal e da Prefeitura do Rio em estabelecer qualquer medida efetiva para evitar danos irreversíveis naquele bem tombado federal.   O ápice da ilegalidade foi o já noticiado corte de quase trezentas árvores no Parque, antes de qualquer autorização federal para tanto. A Ação baseia-se na ilegalidade da autorização dada por uma única autoridade do IPHAN - sua Presidente, sem observância do devido processo legal, seja da Portaria 420 que regulamenta a matéria, seja da competência originária do Conselho Consultivo do IPHAN para decidir sobre o assunto. No momento, a nova administradora da área - chamada de concessionária BR Marinas -, indiferente à legalidade necessária, inicia um aterramento no mole dentro da Baía da Guanabara, ação negada em depoimento na Audiência Pública promovida em abril de 2015 no Ministério Público Federal, cuja consequência ainda não se mostrou efetiva! A FAM-RIO confia que na Justiça, por mais árdua que seja a caminhada pela instauração da legalidade e da moralidade nos espaços públicos da Cidade, especialmente aqueles protegidos como patrimônio público ambiental e cultural. Leia também: Motosserra no Parque do Flamengo: na véspera da Audiência sobre irregularidades ! “Parque do Flamengo: FAM-RIO envia requerimento ao MPF” ” `Presente´ do Prefeito aos cariocas nos 450 anos do Rio: autoriza desmatar seu Parque símbolo !” Dossiê para a Unesco declara o Parque do Flamengo como Unidade de Conservação! Desprezo à sociedade civil: o IPHAN e o novo projeto da Marina da Glória Marina da Glória: negado seguimento ao recurso da MGX Quarta decisão Judicial determina liberação do acesso ao mar na Marina da Glória O Parque do Flamengo vive! E a Marina da Glória ainda é do povo…. A Justiça e o novo projeto para a Marina da Glória: por que ignorar decisões judiciais? Justiça Federal desfaz o contrato de uso comercial da Marina da Glória
  • Em defesa da Baía de Guanabara 2 | Junho | 2015
    Em defesa da Baía de Guanabara
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    As promessas de despoluição da Baía para os Jogos Olímpicos não foram cumpridas e a oportunidade histórica de deixar algum legado para as cidades do entorno e cercanias parece ainda uma longe realidade.  Com o objetivo de mobilizar as forças da cidadania para que se cumpram as medidas necessárias para fazer com que um dos maiores símbolos do Rio de Janeiro volte a ser um espaço vivo, foi realizada, no fim do mês de maio, a primeira reunião de construção de uma campanha em Defesa da Baía de Guanabara. Confiram o que foi apresentado no encontro. 1) Decidiu-se aprovar que o nome da iniciativa se chamará “Baía Viva”, retomando a memória do movimento do qual fez parte Elmo Amador (inclusive, consultando sua família sobre a utilização do nome). 2) Sobre a estética da campanha, aprovado seguir na mesma linha apresentada para o cartaz de divulgação da plenária, mas incorporando o aspecto humano. 3) Estabelecimento de três iniciativas centrais para dar início à campanha: - Manifesto com os pontos consensuais (abaixo), - Campanha de comunicação e uma barqueata às vésperas do evento teste da vela em agosto. Para cada um desses temas aprovou-se uma comissão: Comissão de conteúdo: Alexandre, Daniela, Felipe e Sebastião Comissão de Comunicação: Álvaro, Luis Felipe, Rafael e Felipe Comissão Barqueata (indicativo de 8 de junho): Álvaro, Carlos, Isabel, Douglas 4) Aprovou-se alguns eixos para que a campanha reivindique e que a comissão de conteúdo vai ter que lapidar, são eles: a) Cumprimento imediato do Plano de Despoluição da Baía de Guanabara. Saneamento Já. b) Zoneamento econômico e ecológico das atividades socioeconômicas na Baía de Guanabara, limites à ampliação da indústria petrolífera, das áreas de fundeio e estaleiros e ampliação das áreas de pesca c) valorização e apoio às comunidades pesqueiras e seus saberes, catadores de caranguejos e marisqueiras; d) Recuperação da vida (flora e fauna) estuarina e marinha. Defesa dos mangues, florestas, golfinhos, aves, cavalos marinhos... e) Estímulo ao sentimento de pertencimento à Baía nas populações de seu entorno; f) Estímulo e estruturação dos esportes náuticos, ampliação das políticas e acessos públicos ao mar; g) Interrupção dos processos de aterramento da Baía h) Política de resíduos sólidos e chorume que poupe a Baía de poluição por este tipo de descarte i) Transparência e controle social sobre os processos de licenciamento de empreendimentos na Baía e ampliação da capacidade de fiscalização sobre os empreendimentos em funcionamento; j) Transparência e controle social sobre a CEDAE A próxima reunião será realizada no dia 11 de junho, às 18 horas, no Sindicato dos Jornalistas.