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Charges políticas

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Retratos do cenário político brasileiro em período eleitoral

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  • Palestra 22 | Maio | 2015
    “O Rio nas crônicas dos anos 1920”

    A Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), recebe a palestra “O Rio nas crônicas dos anos 1920”, proferida pela professora Jane Santucci (UFRJ/Belas Artes). O evento acontece no dia 26 de maio, às 18h, na sala de cursos, com entrada gratuita. Endereço: Rua São Clemente, 134 Botafogo Ementa: No início dos anos 1920, o Rio de Janeiro viveu uma febre de cosmopolitismo. Nas ruas do Centro, o cidadão se sentia em uma verdadeira metrópole, onde podia usufruir das novidades tecnológicas nunca antes experimentadas. Cada vapor que atracava no porto trazia na bagagem as últimas fitas de Hollywood, discos de jazz, fonógrafos, modas e revistas ilustradas. A avenida Rio Branco completava 20 anos e, em sua maioridade, perdia os ares provincianos e ganhava os primeiros arranha-céus. Uma multidão circulava incessantemente, entre bondes, ônibus e baratinhas, acompanhada pela sinfonia de klaxons, motores, acordes de jazz e dos primeiros sambas que vazavam dos bares. À noite, o movimento prosseguia com um público ávido por diversões que lotava os cinemas da Avenida e os bares da Galeria Cruzeiro e que se estendia para os teatros e cabarés da praça Tiradentes e da Lapa. A cidade convulsionada pelas mudanças vertiginosas é tomada como fonte de criação cultural, que será absorvida por uma vanguarda comprometida com a experimentação estética em diversas manifestações artísticas. Na crônica, encontramos autores arrebatados por essa onda modernizadora, que serão os primeiros interlocutores desse cenário perturbador. A apresentação faz parte da série História e culturas urbanas que acontece na última terça-feira de cada mês. A próxima edição será no dia 30 de junho, no mesmo horário, com o pesquisador Bernardo Buarque (FGV/CPDOC) e a palestra "Esportes, cidade e modernidade: o Rio de Janeiro no horizonte olímpico".

Arqueologia histórica sob pressão urbana

Galeria completa aqui

Espaço


Rio 2016 e os danos ao meio ambiente

Crédito: teleSUR tv

  • Astrofísico americano adere à essencialidade do Planejamento Urbano 18 | Maio | 2015
    Astrofísico americano adere à essencialidade do Planejamento Urbano
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    Brian Schmidt, Prêmio Nobel de Física em 2011, em entrevista publicada no jornal "O Globo",  assevera que a questão das mudanças climáticas é o tema mais importante em debate para a sobrevivência do planeta. E as cidades estão no centro desta discussão, já que nas próximas décadas, com a população humana crescendo exponencialmente, seremos cada vez mais urbanos. E sem planejamento é impossível disponibilizar serviços públicos adequados; água e esgoto, iluminação e energia, transportes públicos, escolas e saúde, espaços públicos de lazer, moradia, meio de acesso ao trabalho, dentre outros. Planejar a cidade e regulamentar este planejamento é garantir a possibilidade destes serviços públicos e a qualidade de vida. "Quando você constrói ou transforma uma cidade, deve ter em mente que suas consequências não vão repercutir apenas por cinco anos, mas por séculos.  Então, a emissão de efeito estufa, por exemplo, não deve ser tolerada. Está na hora de planejar as cidades".
  • Exemplo francês: equiparação de vencimentos de funcionários públicos 14 | Maio | 2015
    Exemplo francês: equiparação de vencimentos de funcionários públicos
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    Greve de professores, greve do pessoal da Justiça, greve de vários segmentos do funcionalismo público. É que uns ganham muito bem e outros muito mal. No Estado do Rio, até estagiário da Assembléia Legislativa pode ganhar mais do que professor, por lei recentemente aprovada por aquele parlamento! Esta distorção leva ao pensamento de que determinadas classes de servidores valem mais do que outras e cria um país de servidores privilegiados. Um aperfeiçoamento da qualidade do serviço público impõe modificação nesta forma de gerir a Administração Pública. Vale ver o que acontece na França, segundo o relatado pelo Professor Otávio Luiz Rodriguez, em recente publicação no site do CONJUR, e cujo parte do texto destacamos: " Uma das principais notas do modelo jurídico francês está na paridade quase absoluta entre as remunerações das principais carreiras do serviço público. Auditores, engenheiros, militares, médicos, juízes e professores seguem, em suas respectivas áreas do serviço público, uma tabela de correspondência de remunerações, que leva em conta tempo de serviço e a equivalência de responsabilidades e de níveis na hierarquia dos respectivos órgãos ou plexos administrativos. O almirante, o magistrado da Corte de Cassação, o professor com agregação e o chefe de um serviço médico, salvo variações pouco expressivas, decorrentes de gratificações de periculosidade, por exemplo, percebem valores aproximados.   Não existe em França uma cultura de preeminência das carreiras jurídicas sobre as demais na administração pública. Desse princípio igualitário geral e do reconhecimento da dignidade intrínseca de cada uma das funções no Estado é que não se identificam fenômenos tão tipicamente brasileiros como a hipertrofia dos cursos jurídicos, a formação de um imenso exército de reserva de bacharéis em busca do Santo Graal do “concurso público jurídico” (e não do “concurso público” simplesmente, faça-se esse registro) e a representação social diferenciada dos membros das carreiras jurídicas em face das demais."  
  • Quando um Ministro do STF não cumpre a lei, temos um supremo mau exemplo 5 | Abril | 2015
    Quando um Ministro do STF não cumpre a lei, temos um supremo mau exemplo
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    O caso do pedido de vistas do Ministro Gilmar Mendes no processo que julga a inconstitucionalidade da contribuição de empresas nas campanhas eleitorais é um supremo caso de desesperança institucional que assola o país.   Diz o Regimento Interno do STF, art.134: "Se algum dos Ministros pedir vista dos autos, deverá apresentá-los, para prosseguimento da votação, até a segunda sessão ordinária subsequente". Ora, já se passaram dezenas de sessões subsequentes e o Ministro parece reter o processo para não dar prosseguimento ao julgamento que, ao que parece, já está praticamente decidido a favor da não contribuição de empresas nas campanhas. Se o Ministro não concorda com esta posição ou se ele não concorda com o julgamento do caso pelo STF, isso não lhe dá do direito de reter "a bola do jogo", para impedir seu prosseguimento.   E se o Ministro descumpre o Regimento do STF, que é a lei que rege todos os procedimentos na Casa, cabe ao Presidente do STF, Ministro Lewandowski, tomar providências para corrigir este descumprimento. É o que diz o art.13, III, que trata da competência do Presidente: "dirigir-lhe os trabalhos e presidir-lhe as sessões plenárias, cumprindo e fazendo cumprir este Regimento;". Não é uma escolha do Presidente fazer cumprir ou não o Regimento Interno; é seu dever fazê-lo. Em uma época em que os Ministros mandam prender pessoas do Legislativo por não cumprirem a lei, é um péssimo exemplo, e um desesperança para os cidadãos, quando eles mesmo não a cumprem, seja lá por que motivo for!
  • “Domingos Verdes” em defesa do Parque Público do Flamengo 16 | Março | 2015
    “Domingos Verdes” em defesa do Parque Público do Flamengo
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    Um grande evento, uma imensa confraternização. Assim pode-se definir o evento, neste domingo, dia 15 de março, pela preservação do Parque do Flamengo e por uma verdadeira recuperação pública desta área do Rio que está sendo privatizada no espaço da Marina da Glória. Em prol de reivindicações políticas e ambientais, o Parque do Flamengo foi palco de encontro de inúmeros grupos preocupados com as questões da Cidade, promovendo debates e sobretudo e cultura em defesa de melhorias deste espaço público e pelo embargo das obras no local que já derrubaram centenas de árvores . Destaco alguns trechos do relato de um dos co-organizadores do evento, Júlio Barroso, junto ao Movimento "Ocupa Marina da Glória": "Mas eu quero falar de coisas boas agora. Mais fui vez fui agraciado por mais um grande ato de amor a cidade e a natureza e respeito ao próximo. Passei todo o domingo num dos lugares que mais amo que é o Parque do Flamengo e acompanhado de pessoas que amo demais e que acreditam que a gente pode construir um mundo melhor a base do respeito ao próximo e da compreensão. Desde cedo, com a ioga ministrada pela querida amiga Shakti Leal, eu senti que a gente ia ter um domingo maravilhoso. Quem não foi à tarde, perdeu um debate de altíssimo nível sobre um pouco da história do Parque do Flamengo e da Marina da Glória. Representantes de vários grupos que lutam contra a gentrificação da nossa Cidade, relataram o absurdo que está sendo a privatização da Marina da Glória (...). Foi muito esclarecedor e esse tipo de debate deveria se espalhar na nossa Cidade. Mas uma boa plateia acompanhou a tudo com muito interesse. Agradeço demais a todos que aceitaram nosso convite e engrandeceram a mesa de debates. Principalmente os representantes dos moradores da Marina da Glória, o Comitê Popular Rio Copa e Olimpíadas, Ocupa Golfe, Golfe para Quem?, a Dra. Sonia Rabello e a minha querida Margareth Bravo que me fez ir as lágrimas no fim do debate. O que veio depois foi a prova que a música e a cultura podem e devem ser aliadas a essas lutas. O que não falta é pauta de luta. Toda forma e protesto que não ameace e propague o ódio e a intolerância são válidas. Mas a arte sempre será uma ferramenta poderosa. (...) Não estávamos ali pra fazer festa. Estávamos todos para brigar pela Marina da Glória e pelo Parque do Flamengo. Dia 29 tem mais!" Confiram mais registros: