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Charges políticas

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Retratos do cenário político brasileiro em período eleitoral

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  • Seminário 29 | Julho | 2014
    “Cartografias Políticas da América Latina”

    Nos dias 30 e 31 de julho, o Instituto de Arte e Comunicação Social (Iacs/UFF) e a Casa da América Latina promovem o Seminário "Cartografias políticas da América Latina". Coordenado pelo professor André Queiroz (Iacs), o objetivo é promover os cruzamentos entre passado e presente no que diz respeito aos modos constitutivos da violência na América Latina.  O encontro será realizado sempre a partir das 15h, no Centro Cultural Justiça Federal, na Avenida Rio Branco, 241, Centro, Rio de Janeiro. A capacidade do local é de 60 pessoas por dia. Haverá certificado para os participantes que comparecerem aos dois dias do evento. O evento tem o apoio institucional da Universidade Federal Fluminense (UFF), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), da Universidade Federal do Pará (UFPA) e do Instituto de Estudos Superiores da Amazônia (IESAM). Programação: Dia 30 de julho: 16:00: Abertura do evento. 16:15: Exibição do trailer do documentário: O Povo Que Falta (Direção: André Queiroz e Arthur Moura, Brasil, 2014, 12min) 16:40: Conferência: Cuba, Sendero Luminoso y la violencia revolucionaria Luís Popa (diplomata cubano por mais de 20 anos e Professor de Ciências Políticas da PUC-Perú) 18:00 Exibição do documentário: Apuntando al corazon (Direção: Claudia Gordillo, Colombia, 2013, 52min). 19:00 Conferência: A política de segurança no Estado de Exceção em Colômbia Claudia Gordillo (Cineasta e Professora da Pontificia Universidad Javeriana de Bogotá) Dia 31 de julho: 16:00: Conferência: O inescutável: violência e testemunho na população quechua no Perú. Ana María Guerrero (Psicanalista. Trabalhou na equipe de saúde mental com os afetados pela guerra civil no Peru) 17:15: Exibição do documentário: Paco Urondo (Virna Molina y Ernesto Ardito, Argentina, 2012, 59min). 18:30: Conferência: A palavra definitiva. Escritura e militância na Argentina dos anos 70 (Walsh, Conti, Urondo). André Queiroz (Escritor e ensaísta. Professor da Universidade Federal Fluminense) Mais informações: https://www.facebook.com/americalatinacasa http://www.casadaamericalatina.org.br/

   Debate sobre o Metrô

 Crédito filmagem: CaosCarioca     


  • Debate: Linha 4 do Metrô 23 | Julho | 2014
    Debate: Linha 4 do Metrô
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    Moradores do Leblon querem transparência e comprovação de segurança nas obras no Linhão 4 do Metrô.  Muitas queixas ficaram sem respostas. No nosso entender, o compromisso com a data de entrega não deve comprometer nem a segurança, nem a clareza de informações. No último dia 17, um encontro entre a população em geral e técnicos especializados discutiu sobre os problemas ocorridos na Rua Barão da Torre durante o deslocamento do tatuzão em Ipanema (onde permanece parado desde o dia 11 de maio) e os reflexos no restante da obra até a chegada ao Leblon. Existem riscos? O que está sendo feito pelo consórcio construtor é o mais correto? Como o Leblon pode ser ainda mais afetado por essa obra ? Confira a íntegra do debate, com duração de 1h53, através do Canal do Youtube CaosCarioca.   Crédito: Canal Youtube CaosCarioca
  • Cine Leblon x Unidos da Tijuca: tratamento desigual 8 | Julho | 2014
    Cine Leblon x Unidos da Tijuca: tratamento desigual
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    Por que o prefeito da Cidade se compromete, pessoalmente, em alterar a decisão de um Conselho de Preservação que administra, para “salvar” uma atividade artística no Leblon, e permite que uma das melhores e maiores escolas de samba do Rio seja desalojada para dar lugar às torres de um mega empresário imobiliário americano? A notícia,nesta terça-feira, na mídia, revela o tratamento desigual e sem qualquer comprometimento com o planejamento urbano e, em especial, com a preservação do patrimônio cultural da Cidade.   O despejo da Escola de Samba Unidos da Tijuca, da Zona Portuária, para dar lugar às milionárias “Trump Towers”, sob os auspícios da Prefeitura e da Caixa Econômica Federal, é um escárnio feito às nossas tradições e ao título de paisagem cultural dado pela Unesco à Cidade. As torres contribuirão enormemente para a obstrução da visão do cenário da paisagem do Rio. Enquanto isso, sob o pretexto - ineficaz - de “salvar” as atividades do Cine Leblon, anuncia-se o destombamento do prédio, criando-se um gravíssimo precedente na política de preservação da Cidade. Tudo caminha para o descaminho urbanístico na Cidade. E o “rei” do Rio não está sendo justo porque age sem equanimidade. E, como disse um cronista, "aos amigos tudo, aos inimigos a lei". Confiram também : Preservação de usos no Rio vai ter sucesso? Perimetral ou Trump Towers    
  • Novas obras sem projeto no Parque do Flamengo / Marina da Glória? 25 | Junho | 2014
    Novas obras sem projeto no Parque do Flamengo / Marina da Glória?
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    Recebemos a denúncia de obras realizadas na Marina da Glória, sem placas de aviso, para recuperação de rampa no local. Segundo informações, questiona-se o fato de o pátio destinado aos  barcos transformar-se em estacionamento de carros para eventos, locando-se as embarcações na orla e contribuindo para a poluição visual da área. Foram aprovadas pela Prefeitura? E pelo IPHAN? Quais o projetos para a área, após a saída da contratada REX do ex-grupo EBX? Confiram os registros e as observações feitas. [caption id="attachment_18436" align="aligncenter" width="323"] Obra de recuperação da rampa em 22.06.2014[/caption] [caption id="attachment_18437" align="aligncenter" width="242"] Nota-se inconstância de nível de ferragem, muito próxima da laje inferior sujeita à ação de infiltração de água salgada entre lajes[/caption] [caption id="attachment_18439" align="aligncenter" width="242"] Nota -se falta de corretos blocos espaçadores de altura das ferragens; pouca sobreposição entre malhas; laje ainda suja com lodo pós ferragens[/caption] Crédito e agradecimentos ao leitor A.C.C  
  • Fernandinha, Cine Leblon e o Olaria também 16 | Junho | 2014
    Fernandinha, Cine Leblon e o Olaria também
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    Na Vejinha desta semana, a artista Fernanda Torres lamenta o fechamento do Cine Leblon, dizendo: "Devia existir um decreto para impedir que, ao crescerem, as cidades deixem de ser o que são". Ora, existe sim.  Não só um decreto, mas leis e até Constituição Federal. Leis é o que não faltam. Veja o que diz a LOM (Lei Orgânica do Município de Rio de Janeiro - 1990): "art.140 - Entende-se por: I - Sítio Cultural - espaço da Cidade, de domínio público ou privado, que por suas características sócio-espaciais e por sua história constitua-se em relevante referência a respeito do modo de vida carioca, ou trate-se de local de significativas manifestações culturais, ou possua bens imateriais que contribuam para perpetuar sua memória".   Por isso mesmo é que o Cine Leblon está numa Área de Proteção do Ambiente Cultural (APAC).   O Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH) dará autorização para descaracterizar ?  Flexibilizar? Mudar as características de cinemas de bairros, inserindo-os dentro de um edifício comercial como tantos e tantos outros?  Qual o custo financeiro em face ao custo sócio-ambiental? Em Olaria, tradicional bairro carioca tem, e não tem, a mesma sorte do Cine Leblon. É que aquele cinema espera há anos ser reconhecido como patrimônio cultural carioca. Seu processo tramita lentissimamente de gabinete em gabinete na Prefeitura desde 2006 (22/000.409/2006). Está, atualmente, sob exame no "instituto da humanidade" - o IRPH -, que ainda examina o cabimento de protegê-lo como patrimônio cultural!  Quando se cumprirá a regra da Lei Orgânica também para Olaria?  E os recursos para reforma e recuperação do cinema?  Talvez nas vésperas das próximas eleições municipais?  Quiçá...  Portanto, leis temos e muitas. E os legisladores sabem muito bem o quão teórica é a norma. O difícil é fazer com que as autoridades cumpram o pactuado na lei, ou que controlem, efetivamente, as autoridades que não a cumprem. Aí a história é outra.   Leia também: Revitalização do Cine Olaria (requerimento enviado à Secretaria Municipal de Cultura (SMC) durante o mandato na Câmara Municipal do Rio de Janeiro)
  • Light pode ter terreno da Prefeitura na Barra 10 | Junho | 2014
    Light pode ter terreno da Prefeitura na Barra
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    Encontra-se na pauta de votação da Câmara um projeto de lei pretendendo que seja autorizado ao Executivo vender à Light, e somente a esta, uma área de quase 10 mil m² (1 ha) de terras, em área privilegiadíssima na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. O Executivo justifica o pedido dizendo que a área destina-se à construção de subestação daquela concessionária, mas não coloca isso no texto da lei. Um fato grave, pois, no futuro, esta área não estará vinculada, por lei, a este serviço público, e a empresa poderá fazer um bom negócio imobiliário com ela! Além disso, a justificativa não explicita se a área foi proveniente da porção obrigatória de terras públicas derivadas da lei de parcelamento do solo (lei federal 6766/79), o que, na minha opinião, deveria obrigar a Prefeitura a vincular ao equipamento de serviço público ou a outra área pública de equipamento comunitário. Confiram a foto: