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O Autódromo de Deodoro e a destruição da Mata Atlântica

Certeza da impunidade? A certeza vem de cima, daqueles que deveriam dar o exemplo, mas não o fazem. O caso de hoje é a escolha, pelo Governo do Estado e do Município do Rio de Janeiro, de uma área de Mata Atlântica, que era de propriedade da União, e que o Exército, no Rio, vendeu ao Estado para ali construir um autódromo.

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Licença para destruir : Parque de Marapendi (I)

O pretexto é o campo de golfe “olímpico”, a ser construído “comendo” uma parte do Parque de Marapendi, e que a imprensa noticiou após o sinal verde dado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente do Rio que concedeu a Licença de Instalação. Parte do campo de Golfe – 58 mil m2 – será feita em terras públicas e fisicamente incorporado a uma área privada.

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Pça N. Sª da Paz

Confiram o artigo de Ignez Barretto e Newton Carvalho, moradores de Ipanema, sobre a Praça Nossa Senhora da Paz. Não ouviram a população e não respeitaram o tombamento da praça, a preservação do patrimônio histórico, cultural, ambiental e a sustentabilidade do bairro, entre outros.”O resultado é que mesmo as árvores que não serão cortadas e todas de dentro e do entorno da praça, (…) poderão acabar mortas.” Ainda há tempo para alternativas...

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Crescimento urbano no Rio

Confiram as informações sobre crescimento urbano na Cidade do Rio, relatadas durante a reunião do Conselho Municipal de Política Urbana (Compur), no último dia 25,  e comentadas pela arquiteta e urbanista Gisela Santana.   Muitas licenças, muito crescimento. Mas, como está o serviço público para que isso possa ser chamado de cidade?

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