#Recomendo: Como vários países já iniciaram o combate à poluição dos plásticos

O site Conexão Planeta publicou uma interessante notícia sobre uma recente lei na Nova Zelândia de combate à poluição planetária causada por produtos de plástico e isopor. Segundo o blog, a proibição é gradual – quatro anos somente. Até 2025 vários produtos e embalagens serão proibidos em todo o país. 

O interessante é que vários países já iniciaram esta marcha evolutiva contra a destruição da Terra, sobretudo dos mares, dos oceanos e dos animais que aí habitam. Na América Latina o Chile, cuja lei de 2017 está em implantação paulatina. A Alemanha aprovou lei no ano passado e a partir deste mês está sendo implantada: proíbe a venda de vários descartáveis de uso único que correspondam a mais de 70% dos poluentes, como canudos, colheres, pratos, talheres e cotonetes. Outros países como a Índia, Canadá e China também seguem na tentativa desta evolução. No Brasil, o PL 263, que representaria um avanço nesta política, empacou no Congresso.

Mas, por que ficar esperando pelo Congresso? Estados e Municípios podem, no âmbito de suas competências, fazer normas que evoluam nesta direção, como o fez o Estado do Rio de Janeiro, com proibição de uso de canudos de plástico, ou Fernando de Noronha que proibiu o uso e venda de produtos descartáveis. A cidade de São Paulo aprovou, em 2020, lei que proíbe o uso descartáveis no comércio.

A invenção do plástico foi festejada como uma evolução. Mas, depois, se tornou uma peste na poluição, pois a sua invenção não veio acompanhada do restante do processo evolutivo; de como se transformá-lo em algo absorvível pelo planeta. 

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