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São 78 anos de instituição e de construção contínua de uma política difícil, mas exitosa de preservação do patrimônio cultural brasileiro.

O IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), uma instituição pública que, nos dias atuais, ainda nos faz acreditar no serviço público. E  carta abaixo revela isso, o valor do Instituto, feito por seus servidores. A eles, a minha homenagem neste final de 2014!

O IPHAN é uma das instituições mais relegadas ao desprezo pela Administração Pública Federal, mas sobrevive sobretudo pela luta incansável de seus funcionários de carreira. Dos funcionários que teimam em lá continuar, apesar de serem remunerados como as piores faixas de vencimentos da Administração Pública Federal (os motoristas do Congresso não ficariam por lá nem um mês; muito menos os servidores dos Tribunais em Brasília!)

Apesar de tudo isso, milagres acontecem  

Há uma década, o IPHAN permitiu que um grupo de servidores do Rio desenvolvesse o PEP – Programa de Especialização em Patrimônio -, que hoje tem o chancela de Mestrado Profissional.  

Foram muitas lutas para que o PEP sobrevivesse todos esses anos, lutas essas que tive a chance de presenciar não só como servidora da Casa por um período, como também como professora permanente, convidada do Programa.

Mas, para não me alongar, reproduzo aqui uma carta que recebi, enviada por uma aluna que acabou de concluir sua etapa no PEP. É comovente, didática e cheia de esperanças. Tudo de bom e merece ser lida:

Caríssima Adriana, (coordenadora adjunta…)

Gostaria que você fosse portadora dos meus maiores agradecimentos a toda equipe do PEP/MP 2012. Quando sai do Palácio Gustavo Capanema, na última 6ª feira, trazia o coração carregado de alegrias, de gratidão e de boas amizades.

Preciso lhe confessar que o grau de Mestre era para mim um sonho distante, que sempre vinha sendo postergado em função de filhos e da família como um todo. Quando consegui ser aprovada para a única vaga do Pará, disputada com uma catarinense e uma amapaense, nem imaginaria as imensas alegrias que eu teria a partir daí.

De uma só vez, realizei dois desejos regados como flores pequeninas e frágeis, ao logo de minha vida acadêmica: Trabalhar no IPHAN e ter um Mestrado. Mas veja que não era um mestrado qualquer, era pelo IPHAN e na área que sempre foi o que eu mais amava: patrimônio.

Nem sei como agradecer todo o investimento que o IPHAN fez por mim, desde valores materiais (a bolsa, as passagens, as hospedagens, Petrópolis, os passeios e visitas…) mas, principalmente, a riqueza incalculável do conhecimento que recebi de grandes mestres, alguns apenas conhecidos por mim de livros e publicações.

Espero, sinceramente, ter dado o meu máximo nos trabalhos da Superintendência e na Dissertação que desenvolvi ao longo deste 02 anos. Espero não ter decepcionado nenhum de meus mestres, os cordenadores do PEP, meu supervisor, meu orientador, minha superintendente… Espero ter sido uma aluna que valeu a pena!

Gostaria de agradecer a todos e a cada um , pessoalmente, com um abraço apertado, que pudesse mostrar o agradecimento que não consigo externar em palavras. É por isso que, em minha simplicidade, retribuo apenas com preces a Deus, que para mim são de grande valor, para que Ele os abençoe sempre, seus trabalhos e suas vidas.

Estes dois anos de trabalho, estudo e amizade serão uma jóia preciosa que adornará minhas mais doces lembranças. Obrigada por tudo o que fizeram por mim.

Com gratidão infinita,

P.A

 
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Se a Câmara dos Deputados já “derrubou” o decreto da Presidente Dilma sobre Participação Social, e o Senado ainda não se manifestou, o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) foi mais rápido: enterrou a determinação presidencial ainda na vigência do agonizante decreto.

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Nesta semana a mídia noticiou, mais uma vez, a contínua ausência de parlamentares no Plenário da Câmara do Rio. Grave, muito grave ! Ainda assim, os ausentes são reeleitos continuamente. O que há de errado então? A questão é que leis são votadas sem o voto direto do parlamentar.

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A derrubada do decreto presidencial que criou a Política Nacional de Participação Social poderá impulsionar o Governo Federal a buscar alternativas de se incrementar a participação da sociedade civil nos processos decisórios de políticas públicas. Já não cabe mais discutir se o decreto é ou não constitucional, se usurpou ou não competências do Congresso Nacional. Esta seria uma questão para o Supremo Tribunal Federal, para onde esta discussão não foi levada.

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Disfarçadamente, metido em um enorme projeto sobre finanças e tributos, o Congresso Nacional tenta mais um contrabando legislativo: prorrogar o prazo para que os Municípios e Estados cumpram a Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS – lei federal 12.305 de 2 de agosto 2010. Queremos que a Presidente da República vete este contrabando legislativo.

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  • Política 10 | Dezembro | 2014
    Não a PEC-215

    A Proposta de Emenda Constitucional 215 desautoriza o Poder Executivo a criar unidades de conservação e demarcar terras indígenas, passando estas competências ao Poder Legislativo. A medida abrirá caminho para ações contra os direitos dos povos tradicionais. Diga não a essa proposta e assine a petição.

PEC 215 - Que país você quer?

Crédito: Documentários e filmes


  • FAM-RIO: Mobilidade Urbana em Jacarepaguá 8 | Dezembro | 2014
    FAM-RIO: Mobilidade Urbana em Jacarepaguá
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    No último dia 6 de dezembro, durante reunião do Conselho de Representes da Federação das Associações de Moradores do Município do Rio de Janeiro (FAM-RIO), em Jacarepaguá, destacou-se a discussão sobre a questão da mobilidade urbana no bairro, um dos maiores e mais importantes da Cidade.
  • Negócio das empreiteiras no Porto Maravilha já aparece na mídia do Lava Jato 7 | Dezembro | 2014
    Negócio das empreiteiras no Porto Maravilha já aparece na mídia do Lava Jato
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    Noticiado na Folha de SP, neste domingo, as articulações entre os Governos Federal, Estadual e do Município do Rio e as empreiteiras do Consórcio do Porto (Odebrecht, OAS, e Carioca Eng.) nas obras do Porto Maravilha.
  • Transcarioca aos olhos do carioca Hugo 19 | Novembro | 2014
    Transcarioca aos olhos do carioca Hugo
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    Conheçam a interessante avaliação urbanística de um carioca, descrevendo o que não está concluído neste corredor de transporte que atravessa o Rio. Muita coisa ainda precisa ser feito, como o plantio de árvores para substituir as que foram arrancadas, calçadas decentes e passagens para pedestres. Por email, o atento cidadão sugere blogs com muitas fotos sugestivas.
  • Minha Casa Minha Vida sob ameaça da “capitalização da informalidade” 13 | Novembro | 2014
    Minha Casa Minha Vida sob ameaça da “capitalização da informalidade”
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    Segundo notícia publicada recentemente,  é real a ameaça do tráfico à segurança deste programa de moradia. Perder o controle é recomeçar a perder a guerra do provimento de moradia. Em um seminário que participei, fiquei ciente sobre uma pesquisa feita e na qual dados mostram que das moradias entregues pelo projeto, quase 60% dos beneficiários já podem ter repassado por contratos de gaveta.  
  • Rio: pouca transparência na Administração impede controle social 12 | Novembro | 2014
    Rio: pouca transparência na Administração impede controle social
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    Rio de Janeiro tem o pior índice de transparência em sua Administração Pública,  diz a notícia. Péssima nota para o "índice de cidadania" da Cidade e do Estado. E daí ? Na prática, a teoria é outra. E esse é o ditado popular que nossos políticos de plantão botam fé para se perpetuarem no poder.