Receba meu informativo


1


Para fazer a devida justiça com os que precisam de atendimento médico, juízes dirigem seus mandados de prisão aos médicos ao invés de focar nos que decidem; os governantes.

iaserj1

Iaserj: (E) Antes de 2012 e (D) após a demolição

A história da demolição do Hospital Central do Iaserj, no Rio, é exemplar e complementa a reportagem da mídia, neste domingo, quando foi explanada a carência de leitos de UTIs em hospitais públicos.

Não pude deixar de recordar o ano de 2012, quando presenciei a demolição do hospital Central do IASERJ, no Centro do Rio, com as suas instalações e leitos de atendimento ao público em pleno funcionamento, autorizada pelo hoje falido – antes prepotente – Governo do Estado do Rio de Janeiro.

A desocupação foi violenta, com aparato policial, na calado da noite; como um furto de Direito, por determinação do Governo Sérgio Cabral.

O governador à época decidiu autorizar a demolição do prédio do hospital para negociar o terreno com o Governo Federal, para que este criasse criar ali uma área de pesquisa do INCA (Hospital do Câncer).  Para tanto, até modificação do padrão urbanístico da área foi necessário. Motivo nobre, mas não sobre os escombros de um hospital público.

Houve ações na Justiça Federal e Estadual que não tiveram eficácia de impedir o anunciado desmande. Ainda hoje, o INCA não foi ampliado, por falta de recursos federais para tanto. Óbvio.

O Estado, os seu servidores e o Sistema Único de Saúde (SUS)US ficaram sem os leitos, sem o atendimento de referência e o terreno é um grande vazio.

2015-839968275-img-20150810-wa0001.jpg_20150811

Vazio. O terreno onde ficará o centro de pesquisa: projeto de R$ 500 milhões – Divulgação

Na reportagem deste domingo, o Juiz mandou prender o médico que tentava salvar vidas, apesar de não ter os recursos para tanto. Fica a pergunta que não quer calar: e os mandantes, ficam livres?

Onde está o mandante da demolição do IASERJ?  Ainda negociando cargos com o atual Governo Federal? Pode ser. Decerto, está livre e incólume, confiante na falta de mira da Justiça.

Confiram os nossos registros do desmonte do patrimônio público – Iaserj (julho de 2012)

leia mais...
 
1


É justo, legítimo ou legal propor uma lei para um só prédio?

O imóvel a ser beneficiado está localizado em das áreas mais nobres do Rio, na Avenida Rui Barbosa n° 170, que pertence ao Clube de Regatas do Flamengo, e que lhe foi doado há mais de 50 anos pelo Governo Federal. E, por isso, não pode simplesmente ser vendido.

leia mais...
 
0


PEU das Vargens quer dizer Plano de Estruturação Urbana da região das Vargens. Uma área dez vezes maior do que a região do Porto do Rio. Mesmo assim, é apresentado à Câmara um macro projeto sem colocar à disposição os estudos que justificam esta proposta legislativa.

Vejam a carta que a Federação das Associações de Moradores do Município do Rio (FAM-RIO) está  apresentando à Câmara para começar a debater as suas reivindicações.

leia mais...
 
0


Nas barbas do Tribunal Regional Federal da 2ª Região que, em decisão de fevereiro de 2016, decidiu que a área da Marina da Glória é de uso comum da população para atividades precipuamente náuticas, os administradores destituídos pela Justiça Federal continuam lá fazendo seus negócios felizes e faceiros, tocando em frente, intocáveis e despreocupados.  Afinal, ficar apreensivos com quê? Mais uma decisão que pode nunca seja cumprida…

leia mais...
 
0


E o Hemorio, heim?

Neste exato momento em que o Hemorio – Central de recolhimento de sangue do Estado do Rio – fecha, praticamente, as suas portas por falta de pagamento do pessoal de apoio, terceirizado, o governador interino, o prefeito da Cidade e a presidente da República inauguram o Estádio Aquático Olímpico, ao custo de R$ 225 milhões, dos cofres públicos, com recursos do Ministério dos Esportes!  

leia mais...
 
1


Publicamos no dia 24 de março um blog sobre a recuperação da área do Jardim Botânico, ocupado por moradias e cuja preservação implicará no remanejamento de moradores ali situados.

No último dia 28, publicou-se na  mídia o que pareceu ser um “recuo” da política de preservação do Jardim Botânico, em função, mais uma vez, da pressão dos moradores.

leia mais...
 
  • Concessão pública: é possível a terceirização? 1 | Abril | 2016
    Concessão pública: é possível a terceirização?
    0

    Aqueles que querem saber mais sobre a matéria, vale a pena ler o artigo da professora Maria Sylvia Di Pietro,publicado no site do CONJUR.  A eminente professora administrativista conclui que há limites à terceirização, seja da mão-de-obra – limites estes dados pela Justiça do Trabalho -, e limites à subconcessão, sem a autorização expressa do Poder Público.  Acrescentaria que, não estando previsto no Edital, nem com a autorização governamental seria possível a subconcessão. O caso dos vários repasses contratuais na área pública da Marina da Glória, ainda que o contrato ali não se caracterize como concessão, é o exemplo do que não se pode fazer, se for para cumprir a lei. Confira aqui

Vendo o Rio de Janeiro

Crédito: Urbe Carioca

Parque das Nações (Lisboa)

Galeria completa aqui