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NÚMERO DE ARTIGOS: 369

14 | Agosto | 2013
Professores maltratados = greve no Rio

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Confiram a carta do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação sobre a situação dos professores do Estado do Rio de Janeiro.

Nesta quarta-feira, dia 14, milhares de profissionais da Educação reivindicaram os seus direitos em grande passeata na cidade. 

De longa data, observamos que não somente várias escolas sofrem com a falta de ação do poder público, mas também os professores tornaram-se alvos do não cumprimento de promessas e da falta de valorização. Por quê?

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13 | Agosto | 2013
Professor “boia fria”: perto do fim no Rio?

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No dia 1º de agosto, o prefeito enviou à Câmara Municipal do Rio o projeto de lei 352/2013para alterar na lei 1881/1992 tão somente o artigo que se refere ao professor do ensino básico em regime de 40 horas (inciso IV do artigo 10).

A proposta de lei reafirma que o professor do ensino básico do Município pode ter, quando assim optar, a jornada de 40 horas – agora, sem o regime de “dedicação exclusiva”, como quer o projeto.

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28 | Fevereiro | 2013
STF: piso dos professores e jornada de 40 horas

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O STF garantiu, na tarde desta quarta-feira, dia 27, que o pagamento do piso “salarial dos profissionais do magistério público da educação básica“(1), conforme definido em lei, é devido a partir da conclusão do julgamento definitivo, em 2011, da ação judicial que o questionava no STF (ADI 4167).

Com isso, os Estados e Municípios que não estão pagando o piso terão que pagar aos professores os atrasados devidos, a partir 27 de abril de 2011, data do julgamento definitivo da constitucionalidade da norma, pelo Plenário do STF.

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18 | Fevereiro | 2013
Educação em tempo integral: professores cortados?

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No Rio é assim: anuncia-se, com pompa e circunstância, que o turno de horário integral será implantado – no futuro – para alunos do ensino fundamental da rede pública e, na prática, o Governo do Rio extirpa os direitos dos professores com dupla regência.

Como fazer escolas em tempo integral sem professores com jornada de trabalho de 40 horas?

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14 | Março | 2012
Direito do Professor é fundamental !

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O Município está cumprindo a lei federal nº 11.738 que estipula 1/3 da carga horária do professor para atividades extraclasse – e que também cria o piso nacional do magistério ? 

1. Em abril de 2011, o Supremo Tribunal Federal julgou constitucional o dispositivo que prevê que o regime de 40 horas, com o piso básico estabelecido na lei, teria a seguinte composição: máximo de 2/3 em sala de aula, chamado pela lei de “atividades de interação com os educandos” (art.2º §4º).

Ou seja, 1/3 do trabalho do professor deve ser realizado fora da sala de aula, com a preparação das tarefas e correção de trabalhos, atividades essenciais a qualquer atividade de magistério.
2. Estados e municípios deveriam aplicá-los imediatamente. E, até retroativamente, já que parte da lei deveria ter vigência desde 2009, e a outra a partir de 2010.
Entretanto, conforme já alertamos, em todo o Brasil, e também no município do Rio de Janeiro, esta lei ainda não “pegou”! Professores continuam sem os seus direitos de ter, em suas jornadas, o direito ao tempo para preparação de aulas e correção de trabalhos.

Questionamos a Secretária de Educação, Cláudia Costin, durante audiência pública em outubro do ano passado. Confira no vídeo abaixo:

A Secretaria de Educação continua a descumprir tanto a lei, quanto seus compromissos assumidos publicamente. É preciso que a mesma especifique quais escolas ainda não estão em conformidade com a lei federal 11.738!

Dupla Regência

3. Milhares de professores do Ensino Básico trabalham 40 horas e são pagos regularmente por 20 horas, e as outras 20 são pagas como se fossem “boias frias”, por meio de um artifício que tem o “codinome” de encargos especiais.

E essas outras 20 horas – a chamada de dupla regência – ficam de fora do pagamento regular de seus direitos estatutários e previdenciários.

Cabe à Secretaria Municipal de Educação cumprir promessa feita durante a Audiência Pública do Orçamento, que aconteceu na Câmara Municipal em 2011, garantindo a todo professor da rede municipal, a partir de 2012, a manutenção da jornada de 40 horas para aqueles que optarem por esse regime.

Consequentemente, é necessário corrigir a designação “dupla regência”, bem como a rubrica de remuneração: de “encargos especiais” para a rubrica correta que é vencimento! (Leia mais)

Manifestação e reivindicações

Em tempo: hoje, 14 de março, os profissionais das escolas estaduais e municipais farão uma paralisação de 24 horas. Durante a manhã, na Cinelândia, as redes de ensino estadual e municipal do Rio farão um ato público conjunto em defesa da escola pública e para reivindicar melhores salários.

Os profissionais da rede estadual (cerca de 72 mil profissionais que trabalham nas 1.600 escolas) já iniciaram a campanha salarial de 2012. Entre outras reivindicações, estão o reajuste de 36% e a incorporação imediata da gratificação do programa Nova Escola.

A rede municipal do Rio (cerca de 34 mil profissionais, que atuam nas 1.064 escolas municipais na capital) também está em campanha salarial e reivindica um reajuste de 20%.
Outra reivindicação comum às duas redes é o cumprimento. por parte dos governos, da lei federal nº 11.178, que estipula 1/3 da carga horária do professor para atividades extraclasse – e que também cria o piso nacional do magistério.
 
Os governos estaduais pediram no Supremo Tribunal Federal (STF) a declaração de inconstitucionalidade da lei, mas o STF decidiu pela sua validade. Mesmo com a decisão do Supremo, os governos estaduais vêm se recusando a aplicar a lei, o que fez com que o Sindicato dos Profissionais de Educação do Rio, no começo do ano, entrasse com uma ação na justiça estadual, exigindo seu cumprimento por parte da prefeitura do Rio e do governo do estado.

(Leia a nota do Sindicato na íntegra aqui.) 

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11 | Janeiro | 2012
Direitos do Professor no Rio: mantê – los é fundamental

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Janeiro é um mês de férias para o Professor do Ensino Básico da rede municipal de Educação no Rio.
Mas é um mês estratégico para que se tenha atenção para que não sejam solapados seus direitos de servidor público.
Já mencionamos, neste blog, a condição indigna do não reconhecimento oficial, pela Prefeitura, dos direitos de milhares de professores da rede pública do Ensino Fundamental, que fazem a chamada dupla regência: professores com o regime de trabalho de 40 horas no cargo, no qual 20 horas têm direitos regulares, e nas outras vinte são pagos como “boias-frias”. (Link)
No dia 3 de janeiro de 2012, a Secretaria Municipal de Educação publicou uma circular sobre procedimento de remoção de professores das escolas, considerando a inacreditável hipótese (não demonstrada, claramente), de “número excedente de docentes” (?) nas escolas municipais.
Os critérios mencionados para remoções foram exclusivamente de avaliação de desempenho. O documento não menciona nem critérios de antiguidade, e nem a garantia de permanência dos professores que fazem suas 40 horas, na famigerada “dupla regência” numa mesma escola.
Ora, uma atenção especial deve ser tomada: a de se supor que se possa negar, indiretamente, o direito de permanência dos professores 40 horas (em dupla regência), indicando que 20 horas ele dê em sua escola de origem, e as outras 20 horas lhe sejam designadas, por excesso de docentes, em outra escola distante da primeira, o que inviabilizaria o seu deslocamento!
Ao professor 40 horas (ainda como “boia-fria” na dupla regência) não pode ser negado o seu direito ao exercício do seu cargo, em regime de 40 horas, em uma única escola. Isto só poderia ocorrer por absoluta necessidade de serviço, a ser comprovada explicitamente e devidamente  compensada com pagamento de encargos especiais.
Manter esses direitos básicos do professor do ensino fundamental do Rio é elemento indispensável para que se demonstre que a Cidade, e a sua Prefeitura, está, realmente, consciente da essencialidade desta função pública para a sociedade carioca, e para qualidade de vida da Cidade.
Portanto, qualquer obstaculização destes direitos do professores não deve ser ignorada! 

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22 | Dezembro | 2011
Direito do professor é fundamental!

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O professor não pode ser metade professor, e metade boia-fria da educação

Nossa última postagem deste ano vai dirigida aos professores do ensino fundamental da Cidade do Rio.  Isto para que, logo no início de 2012, seus direitos plenos sejam definitivamente reconhecidos.

Na Cidade do Rio, há mais de uma década, milhares de professores do Ensino Básico trabalham 40 horas, e são pagos regularmente por 20 horas, e as outras 20 são pagas como se fossem “boias frias”: através de um artifício com um codinome de “encargos especiais”.  E essas outras 20 horas – a chamada de dupla regência – ficam de fora do pagamento regular de seus direitos estatutários e previdenciários.
Definitivamente, esta situação de irregularidade funcional urge ser corrigida, não importando o tempo que ela vem sendo praticada.  Sempre é tempo de corrigir o que está errado!
E como a educação é uma questão inadiável, e o professor é sua figura central e essencial, cabe à Secretaria Municipal de Educação cumprir promessa feita durante a Audiência Pública do Orçamento, ocorrida na Câmara Municipal neste ano de 2011, garantindo a todo professor da rede municipal, a partir de 2012, a manutenção da jornada de 40 horas para aqueles que quiserem. 

É necessário, como consequência, corrigir  a designação “dupla regência”, bem como a rubrica de pagamento: de “encargos especiais” para a rubrica correta que é vencimento!

Diz o art.112 do Estatuto dos Funcionários Públicos (lei 94/79):
“Art. 112: Vencimento é a retribuição fixada em lei pelo exercício do cargo.”
Pergunta-se:  se o professor que trabalha como professor 20 horas + 20 horas, não estaria ele exercendo o próprio cargo 40 horas? O de PROFESSOR?
Resposta óbvia: sim.
Então: o vencimento, então, correspondente não seria o de cargo de professor 40 horas?
Resposta óbvia: sim
Há algum impedimento legal ou constitucional, em função de concurso, para esta implantação?
Resposta simples: não, já que a Constituição determina que o concurso seja para o cargo/carreira, e não para o tempo da jornada de trabalho, que, evidentemente, pode ser alterada, (como o é, por exemplo, na UERJ, onde trabalho, onde ocorre, comumente, para professores de Direito.  Se fosse ilegal, isto não se praticaria logo lá!).

A manutenção do chamado regime de dupla regência, da forma em que é pago, sem reconhecimento dos direitos do professor, inclusive com a retirada do pagamento no mês de janeiro, avilta os membros do magistério da nossa Cidade. 
Isto porque deles são subtraídos não só a incidência de outras gratificações sobre a jornada integral, que eles prestam, como qualquer outro funcionário da Prefeitura, como também deles são subtraídos os legítimos direitos previdenciários, quando aposentados, após 5 anos ininterruptos de jornada de 40 horas!
Nesta Cidade Maravilhosa este reconhecimento dos direitos dos Professores do ensino básico é a prioridade sobre qualquer outra.  Ou não?

Que 2012 comece, então, com o exemplo na área do Ensino Básico. Tudo para que seja efetivo o discurso da construção de uma cidade com qualidade de vida, viável apenas se tivermos uma sociedade mais justa, porque solidária – a começar com o PROFESSOR de Ensino Fudamental.

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  • Marina da Glória: área pública ou clube privado ? 29 | Abril | 2016
    Marina da Glória: área pública ou clube privado ?
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    Mais uma vez, contrariando a decisão recente do Tribunal Regional Federal da 2ª Regiã, determinando que a área da Marina da Glória, no Parque do Flamengo, é de uso comum da população, os negócios privados ainda correm soltos no local e provam que o espaço público está mais para clube privado. Na noite desta sexta-feira, dia 29 de abril, será a vez do evento com o “Fenômeno do Arrocha”, que já está com ingressos de R$ 600 esgotados.  Vale relembrar a decisão de quatro magistrados: um de primeiro grau e três desembargadores que disseram em sentença e acordão que: De fato, os relatos narrados na petição inicial e demonstrados através da documentação apresentada (fls. 106/115) são de conhecimento público e notório, sendo evidente a priorização de prática de atividades comerciais, tal como feiras de moda, exposição e venda de veículos automotivos, eventos de música e dança etc. em detrimento da atividade náutica. O espaço público, com finalidade de atender ao bem-estar social da população de um modo geral, está sendo gerido como se propriedade privada fosse, situação que não se pode admitir, eis que desvirtua a ideia de Marina pública, com livre circulação.” E a festa continua. Até quando?  (mais…)

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    A 8ª Turma do Tribunal Federal da 2ª Região acabou de decidir que é nulo o contrato de “concessão” da área da Marina da Glória, no Parque do Flamengo. (mais…)

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    Falta algum tempo para o Carnaval, mas para muitos a folia já começou.  No último dia 24 de novembro, a Riotur ratificou que, em 2016,  o subsídio para as escolas de samba do Grupo Especial do Carnaval do Rio vai dobrar. Uma bagatela que totalizará R$ 24 milhões, sendo R$ 2 milhões para cada agremiação. (mais…)

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    Há dois dias do encerramento do prazo final de pagamento da nova guia de contribuições dos empregados de pessoas físicas (domésticos), o sistema do portal do eSocial não funciona para emitir de forma rápida (ou lenta) a guia de pagamento. (mais…)

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     No dia 27 de agosto de 2015 escrevemos o blog” VLT Cuiabano, um caso de polícia“.  Finalizamos o artigo dizendo que “a vergonha do infeliz placar de 7×1 é pequena diante da vergonha pela derrota pública, urbanística e política, do VLT cuiabano” (mais…)

  • Concessão pública: é possível a terceirização? 1 | Abril | 2016
    Concessão pública: é possível a terceirização?
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    Aqueles que querem saber mais sobre a matéria, vale a pena ler o artigo da professora Maria Sylvia Di Pietro,publicado no site do CONJUR.  A eminente professora administrativista conclui que há limites à terceirização, seja da mão-de-obra – limites estes dados pela Justiça do Trabalho -, e limites à subconcessão, sem a autorização expressa do Poder Público.  Acrescentaria que, não estando previsto no Edital, nem com a autorização governamental seria possível a subconcessão. O caso dos vários repasses contratuais na área pública da Marina da Glória, ainda que o contrato ali não se caracterize como concessão, é o exemplo do que não se pode fazer, se for para cumprir a lei. Confira aqui

Vendo o Rio de Janeiro

Crédito: Urbe Carioca

Parque das Nações (Lisboa)

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